Clareamento dentário e aparelho de safira


Devido à grande quantidade de perguntas nos stories (instagram) sobre o meu clareamento dentário e aparelho de safira, achei melhor fazer um post, pra ficar fixo aqui no blog e sempre que surgirem mais dúvidas eu só encaminhar para cá, então vamos lá...


Quem me acompanha a mais tempo, deve lembrar que já usei aparelho metálico, tinha até resolvido meus problemas, porém depois de um tempinho, algumas coisas começaram a me incomodar.

No meu lado direito foi removido um dente na época que usei o aparelho metálico e apesar do espaço ter sido fechado na época, eles começaram a se afastar, me incomoda esteticamente essa separação, então foi o jeito usar aparelho novamente.

Como já não sou mais nenhuma menininha, não quis mais o metálico e na Ortodontic Center eles me apresentaram essa opção de aparelho de safira, que é super discreto (na foto acima, por exemplo, já estou usando ele e mal dá pra perceber).

Aproveitando que já ia recauchutar, aproveitei pra fazer um clareamento também, pois sou #aloka do café, eles estavam bem amarelados por conta disso.

Eu sempre tive um receiozinho de clarear, com aquele medo de ficar um branco azulado (que particularmente acho horrível), mas esse que fiz com eles ficou super natural, branqueou sem deixar artificial, do jeitinho que eu queria e o melhor, não senti nadinha de sensibilidade.



O que mais me impressionou na Ortodontic Center além do serviço impecável, é claro, foi o atendimento, eles são muito atenciosos, explicam tudo bem direitinho, se preocupam com o conforto na hora dos procedimentos, se está machucando, se a posição está do agrado, enfim... Sou dessas que me deixo encantar mesmo pelo atendimento, não nego, gosto de ser paparicada.


Mas agora vamos ao que interessa, que o que bombou mesmo nas perguntas foi referente a preços, então vamos lá.

O aparelho de safira custa R$1.000,00 (podendo ter desconto no pagamento à vista) e a manutenção é R$150,00, já o clareamento à lazer custa R$700,00, mas eles tem um outro também, que é o caseiro, custando R$400,00.

Vou deixar os telefones caso tenham alguma dúvida mais específica, nada melhor do que ligar direto pra lá, né? Anotem aí:


Ortodontic Center
Rua do Rosário, 77 - sala 1202, 1203, 1204  
Centro, Fortaleza - CE
Telefone: (85) 3035-7338
Whatsapp (Iago Viana): (85)99738.9197

8 fatos curiosos sobre azeite que quase ninguém sabe



O cultivo de oliveiras no Brasil começou a ganhar mais destaque nos anos 2000, quando regiões com temperaturas mais baixas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul passaram a exibir impressionantes exemplares de azeite de oliva extravirgem. O País acordava para o fato de que podia, sim, ser produtor de alta qualidade, contrariando uma crença enraizada num passado distante.
Essa nova realidade tem atraído interessados no universo do azeite de oliva, que pode apresentar surpresas e descobertas tão saborosas quanto as do vinho, da cerveja artesanal e do café. Apesar de os brasileiros gostarem de regar um bom prato de comida com azeite, poucos entendem o que está por trás dos quilos e mais quilos de azeitonas prensadas apenas uma vez ao ano. Nélio Weiss, produtor de oliveiras e criador da marca Olibi, que produz azeite de oliva extravirgem e ainda as primeiras azeitonas em conserva originalmente brasileiras, listou 8 fatos curiosos sobre azeite que quase ninguém sabe. Confira:
1 – Azeite de oliva não melhora com a idade
O conceito de alguns vinhos tintos que melhoram com o passar do tempo não se aplica aos azeites. O grande trunfo do óleo da azeitona é seu frescor. Quanto mais jovem, melhor. Quanto menos tempo passar dentro de um caminhão ou navio até chegar ao destino final, melhor. O segredo é diminuir o tempo de transporte entre o lagar do produtor e o prato do consumidor.
Por isso, procure pela data de colheita ou envase mais recente no rótulo e consuma logo. Um bom azeite extravirgem pode ser conservado por até 24 meses contados a partir da extração, desde que a garrafa fique em um ambiente escuro e longe de temperaturas muito quentes ou frias. Depois de aberto, é bom consumir em até três meses. Esses cuidados também ajudam a preservar os preciosos polifenóis, famosos pela ação antioxidante que traz benefícios à saúde.
2 – Rótulo ajuda na escolha de um bom azeite
Muitos consumidores chegam às gôndolas dos supermercados sem saber como escolher qual azeite levar para casa. Como já ouviram que azeite extravirgem de baixa acidez é bom, optam pelo que apresenta o menor percentual na embalagem. É bem possível que essa informação dê pistas de um bom azeite, mas está longe de ser tudo o que deve ser considerado na hora da compra. Saiba mais:
Data de colheita ou envase mais recente possível garante frescor;
Embalagem escura impede a entrada de luz;
Azeite produzido e engarrafado no mesmo país e pelo próprio produtor encurta as distâncias de transporte;
Azeite de oliva extravirgem escrito no rótulo atesta um óleo feito 100% de azeitonas e com acidez inferior a 10,8%. Opções com menos de 0,5% são ainda melhores. O azeite Olibi, por exemplo, foi testado e o laudo apresentou uma acidez de 0,09%, que está entre as mais baixas do mercado e mostra o grande diferencial e qualidade da colheita 2017.
3 – Azeitona verde, roxa e preta não são variedades diferentes
Tanto a azeitona verde como a preta podem produzir bons azeites. Diferentemente do que muitos acreditam, não existe um tipo de azeitona verde e outro preto. A cor não tem relação com a variedade do fruto, mas, sim, com a fase de maturação. Todas as azeitonas nascem verdes e vão mudando de tonalidade à medida em que amadurecem: primeiro verde, depois roxa e, por último, preta. Pouco tempo depois de atingirem o tom mais escuro, caem da árvore.
4 – O Brasil já produziu azeite nos tempos de colônia
Registros históricos mostram que a cultura da oliveira era próspera na época colonial do Brasil. Pequenos olivais extraíam um óleo puro e saboroso, até que a notícia chegou aos ouvidos da corte portuguesa. Sem querer enfrentar uma possível concorrência da colônia brasileira, a família real decretou que todas as árvores fossem cortadas – e ainda espalhou boatos sobre a infertilidade das terras brasileiras para as oliveiras.
O resultado disso é que o Brasil se tornou o maior importador de azeite português e viveu longos anos acreditando que nunca poderia ter um bom azeite para chamar de seu. Essa história começou a mudar nos anos 1940 e finalmente ganhou força no século XXI. A produção ainda é pequena, mas o potencial é gigantesco. Contrariando a própria história, o País tem a geografia necessária para competir com os melhores produtores do mundo.
5 – É preciso muita azeitona para pouco azeite
Para produzir um litro de azeite de oliva extravirgem artesanal é necessário “prensar” entre 7 e 10 quilos de olivas. Como uma oliveira de 10 anos costuma produzir em média 20 quilos, cada árvore rende entre 2 e 3 litros por ano. No Brasil, a colheita acontece apenas entre os meses de fevereiro e março.
6 – Gregos são campeões de consumo
A Grécia representa o maior mercado consumidor de azeite de oliva no mundo. Cada grego consome em média 18 litros por ano. Os italianos ficam em segundo lugar no ranking, consumindo cerca de 13 litros por ano por pessoa, seguidos pelos espanhóis e pelos portugueses. Já os brasileiros consomem apenas 400 ml por ano.
7 – Oliveiras seguem muito produtivas por cem anos
Depois de plantada, regada e cuidada, uma oliveira entra no ritmo de produção entre o quinto e o décimo ano de idade. A produção de azeitonas começa a declinar apenas a partir dos cem anos, mas a qualidade do azeite é mantida ao longo de todo esse período. Mesmo com poucos frutos depois do primeiro século, as árvores são milenares. Em cidades da Grécia e em algumas regiões do Oriente Médio, por exemplo, é possível encontrar oliveiras com três mil anos de vida.
8 – Procure pelo extravirgem
Se o critério for qualidade, é fundamental abandonar qualquer azeite de oliva que não seja extravirgem. É verdade que pesquisas já desmascararam os extravirgens mentirosos, mas isso só é possível identificar na degustação. Em uma comparação simplista, podemos dizer que azeites virgens ou refinados são como refrescos de caixinha que não entregam tudo o que o consumidor espera.

Xilitol: Um substituto do açúcar na dieta



Atualmente existe uma preocupação relacionada aos adoçantes químicos e seus efeitos crônicos em nossa saúde. Uma nova vertente dos adoçantes é o uso dos derivados do álcool. Dentre eles temos o xilitol, que pode ser encontrado em fibras de frutas, legumes, aveia e cogumelos. No seu processo industrial, a fermentação da xilose é o primeiro passo para a hidrogenação a xilitol.
Nos primeiros trabalhos era usado para combater as cáries em crianças e atualmente é utilizado para substituir o açúcar já que tem um bom poder adoçante com metade das calorias. Cada grama de Xilitol possui 2,3kcal e seu índice glicêmico é baixo (7). Seu outro lado positivo é que o processo é feito de forma natural sem adição de nenhuma substancia química, ao contrário dos adoçantes sacarina, acesulfame K e ciclamato.
Desta forma, seu uso pode ser associado a bebidas, preparações e receitas. Como todo nutriente, existe um ajuste na quantidade total do dia conforme o cálculo do nutricionista.

Xilitol - De origem 100% natural, o xilitol é um adoçante extraído das fibras de plantas, frutas e vegetais e é altamente indicado como um substituto do açúcar, mas com expressiva redução calórica. Xilitol pode ser consumido por pessoas com restrição de açúcares na dieta, inclusive diabéticos, espeitando a quantidade de 60 g ao dia.


NOVO ECOSPORT DÁ AS CARAS NA ARGENTINA (MAS VAI CHEGAR PRIMEIRO AO BRASIL)



A Ford fez, na noite de ontem, na Argentina, a pré-estreia do Novo EcoSport 2018 na América Latina. O evento, que contou com a participação especial e atriz global Nathalia Dill, teve transmissão simultânea pelo Facebook Live na página da Ford Brasil. A apresentação da nova versão do utilitário esportivo – que começa a ser vendido primeiro no Brasil – teve direito a um show exclusivo dos criadores da trupe argentina De La Guarda, que interagiram com o modelo enquanto ela fazia sua primeira aparição pública na região
            Ainda na noite, Lyle Watterspresidente da Ford da América do Sul, contou detalhes do novo carro, que chega totalmente remodelado, nas versões com motor 2.0, de 175 cv, e o inédito 1.5 de três cilindros com 137 cv. 
            O Novo EcoSport é resultado de um enorme envolvimento das equipes de design, engenharia e marketing da Ford de todo o mundo para aprofundar, por meio de pesquisas globais, o conhecimento das necessidades atuais e desejos dos novos e tradicionais clientes domodeloE esses consumidores são pessoas de espírito jovem, conectadas e ativas e que desejam um mundo mais seguro e sustentável, com motores que combinam alto desempenho e eficiência com prazer de dirigir.
As mudanças podem ser vistas, por exemplo, no painel de instrumentos, com destaque para a tela flutuante de 8 polegadas sensível ao toque conectada ao sistema multimídia SYNC 3, que é compatível com Apple Car Play e Android Auto. O compartimento traseiro traz uma nova configuração, que amplia o espaço e versatilidade para o transporte de bagagem, e a frente do automóvel segue a tendência dos modernos SUVs da linha Ford, incorporando o que há de mais moderno nessa tecnologia.
            Watters destacou a história de sucesso do veículo que inaugurou o segmento de utilitários esportivos compactos no continente e que chega para promover uma nova revolução em diversos mercados mundiais. “Este é um carro emblemático, projetadoe nascido na América do Sul, como uma inovação local que se tornou global”, disse.
FORD BRASIL 
A Ford Motor Company está estabelecida no Brasil desde 1919, onde mantém as marcas automotivas Ford, Ford Caminhões e Troller e uma estrutura de 11.500 empregados e quatro fábricas, além do Campo de Provas de Tatuí. Para mais informações sobre os produtos da Ford, acesse http://www.ford.com.br.

SOBRE A FORD MOTOR COMPANY
A Ford Motor Company é uma empresa global com sede em Dearborn, Michigan, nos Estados Unidos. A companhia projeta, fabrica, comercializa e presta serviços pós-venda a uma linha completa de carros, caminhões, SUVs, veículos eletrificados da Ford e carros de luxo da Lincoln. Fornece serviços financeiros através da Ford Motor Credit Company e está buscando posições de liderança em eletrificação, veículos autônomos e soluções de mobilidade. A Ford emprega aproximadamente 202.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações sobre a Ford, seus produtos e a Ford Motor Credit Company, acesse www.corporate.ford.com.

quem disse, berenice? lança sombra refil e estojos personalizáveis pra infinitas combinações


quem disse, berenice? está sempre em busca de novidades para deixar a mulher livre pra ficar ainda mais bonita. A marca especialista em maquiagem acaba de anunciar a chegada de mais uma super novidade: sombra refil e estojos personalizáveis. 


“Cada mulher tem suas sombras favoritas. Por isso, trouxemos a sombra refil pra berê repor o produto de forma mais prática. Além disso, vai ser mais fácil organizá-las em paletas de diversos tamanhos. Afinal, cada uma tem seu jeito de combinar seus produtos favoritos, não é? ”, comenta Marcella Nogueira, gerente de categoria de perfumaria e maquiagem de quem disse, berenice?.

A partir do dia 13 de junho, as consumidoras encontrarão as mais de 40 opções em sombras já no novo formato. Sem contar as novas cores em acabamento mate que chegam para incrementar o portfólio: cinzetobegitocastanhetinmarrontonmarronterrarosalinazuleda e berinjete. E as zuzulês e berinjelês, que chegam em acabamento holográfico. O valor de cada sombra refil será de R$ 19,90.
  
sombras final


as novas sombras: cinzetobegitocastanhetinmarronton, marronterra,rosalinazuleda e berinjete, em acabamento holográfico:  zuzulês eberinjelês | R$ 19,90 cada

E pra guardar as sombras, a marca traz estojos de sombra refil. São três opções: paleta pra duas sombras (R$ 17,90); pra quatro sombras (R$ 21,90) e pra oito sombras (R$ 27,90).

Quem aproveitar o lançamento vai conseguir participar de uma promoção incrível, que acontece até 29 de junho. O estojo pra duas sombras + duas sombras refil, sai por R$ 49,90 (o valor original seria R$ 57,70). Já pra quem comprar a paleta completa com 4 ou 8 sombras, o estojo sai de graça, ou seja, estojo pra quarto sombras + quatro sombras refil sai por R$ 79,60 (o valor original seria R$ 101,50) e o estojo de oito sombras + oito sombras refil sai por R$159,20 (o valor original seria R$187,10)!
paletas multi
estojos: pra duas sombras, R$ 17,90 | pra quatro sombras, R$ 21,90 | pra oito sombras, R$ 27,90

As novidades pra deixar o olhar ainda mais poderoso não param por aí. quem disse, berenice? traz novas cores de lápis olhos. São oito opções: grafitex, berinjelito, azuléo, adourex, brancolito, cobrézimo, verdezulex e brancobrilha. O novo item custará R$ 27,90 cada.
as novas cores: adourex, berinjelito, brancobrilha, cobrézimo, brancolito grafitex, verdezulex, azuléo, R$ 27,90 cada.

Todas as novidades chegarão às lojas e e-commerce em 13 de junho e entrarão para o portfólio da marca.

quem disse, berenice?
Com a proposta de quebrar as regras do mundo da maquiagem, quem disse, berenice?, unidade de negócios do Grupo Boticário, especialista em maquiagem, criou um novo jeito de conversar com as consumidoras para que elas se sintam livres na hora de comprar e usar maquiagem. A marca atua pelo sistema de franquias localizadas nas principais cidades do Brasil. São mais de 500 itens para pele, olhos, boca, além de esmaltes, perfumes e acessórios, com grande variedade de cores: são 100 cores de batom, 70 cores de sombra, e uma régua de tons de base, pós e corretivos com 18 tonalidades, desenvolvidas especialmente para a pele das brasileiras. 

Serviço:
facebook.com/quemdisseberenice
youtube.com/quemdisseberenice
@quemdisseberenice
SAC: 0800 726 6482

Carboidratos simples e complexo: qual a diferença?



Nutricionista explica as indicações para o consumo de ambos os grupos deste nutriente


Diferentes tipos de pães, macarrão, biscoitos, bolos e diversos outros alimentos são fonte de carboidrato. Este é um nutriente que deve fazer parte da alimentação diária pela sua eficiência em fornecer a energia necessária aos processos metabólicos, responsáveis pela manutenção da saúde. Mas você sabia que existem carboidratos simples e complexos?
De acordo com Vanderli Marchiori, consultora em nutrição da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (ABITRIGO), a principal diferença entre esses dois grupos é o tempo metabólico gasto para transforma-los em glicose, para depois serem liberados à corrente sanguínea. Entenda:
Carboidrato simples
Facilmente absorvido pelo organismo, fornece energia quase que imediatamente após a ingestão. É indicado o consumo antes da prática de atividades físicas ou esportes radicais, mas principalmente para atletas que precisam de explosão e velocidade nas competições.
Exemplos:
Farinha de trigo refinada e seus derivados; açúcar de mesa; arroz branco; banana; bebidas açucaradas; biscoitos (secos ou recheados); bolos não integrais; cereais matinais; chocolate ao leite ou branco; doces caseiros; geleia de frutas; refrigerante; sorvete industrializado; suco de frutas em geral, entre outros.
Carboidrato complexo
Possui estrutura de amido muito mais difícil de ser metabolizada, quebrada e digerida. Por concentrar mais fibras em sua composição, este tipo de carboidrato demora de 30 a 40 minutos para aumentar os níveis de glicose no sangue.
Exemplos:
Farinhas integrais; macarrão Integral; pão Integral; abóbora; mandioca; aveia; batata doce; brócolis; couve flor; linhaça; grão de bico; soja em grãos; trigo em grãos ou partido; quinoa, entre outros.
Vanderli pontua que não existe carboidrato ruim que deve ser eliminado das refeições. De acordo com a especialista, apenas portadores de doenças específicas ou intolerâncias comprovadas a determinados ingredientes devem seguir algumas restrições. As demais devem optar por uma alimentação composta por todos os grupos alimentares (proteína, carboidrato e gordura), mas em porções adequadas às suas necessidades, ou seja, equilibrada. De todo modo, “o mais recomendado para o dia-a-dia é dar preferências para o grupo dos complexos. Devido sua absorção ser mais lenta, a sensação de saciedade é maior. Mas, tudo depende do estilo de vida de cada um”, explica.
Para mais informações sobre como compor um cardápio ideal, acesse goo.gl/1KBUu5. Fique atento, também, aos riscos à saúde provocados pelas “dietas da moda”. Saiba mais em goo.gl/XiagtI.