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Jejum de atividades físicas





Neste dia 17 de maio de 2016 completo exatos 45 dias sem pedalar e 49 dias sem ir para academia...

Desespero toma conta de mim e confesso que não lembro de ter sentido tanta ansiedade como estou sentindo nesses dias, não tem sido nada fácil.

Tudo começou após minha menstruação do mês de março, que se estendeu por mais de dez dias, resolvi procurar minha ginecologista pra saber o que estava acontecendo, pois mesmo depois de recomeçar com os anticoncepcionais, o sangramento não parou, nem diminuiu.

Minha médica solicitou vários exames e num deles foi descoberto um pólipo uterino, que segundo ela poderia ser a causa do tal sangramento.

Com a descoberta do pólipo começamos os preparativos para a remoção. Mais exames, burocracia com o plano de saúde para autorização do procedimento, paciência para aguardar agenda livre da médica para realizar a histeroscopia (procedimento cirúrgico realizado por dentro da vagina e do canal do colo uterino utilizando uma fina ótica que permite visualizar a cavidade uterina e identificar eventuais doenças existentes dentro do útero) ... E pronto, o tal pólipo foi removido! 

O procedimento foi relativamente simples, passei só a manhã no hospital e por conta da sedação, passei o resto do dia dormindo, ao acordar não senti dor, era mesmo só uma sensação de ardência interna, mas já voltei a trabalhar normalmente, só não podia fazer estripulias. Porém para minha surpresa, depois dos sete dias de repouso, o sangramento continuou como se nada tivesse acontecido.

Volto na médica, antes mesmo dos 15 dias de retorno que ela havia pedido e relato minha situação, foi quando ela veio me explicar, que quando fez minha histeroscopia, acabou achando um mioma dentro do meu útero, que também poderia estar causando o sangramento e assim foi, não era o pólipo que estava me fazendo sangrar e sim o tal mioma intramural (ele nasce e permanece na parede uterina. Em geral, os sintomas aparecem quando o tumor aumenta de tamanho e atinge a cavidade uterina causando sangramentos ou compressão dos órgãos adjacentes, como bexiga e intestino. Além disso, o mioma intramural pode distorcer a cavidade uterina causando a infertilidade. Quando o mioma intramural cresce demais, ele pode atingir tanto a cavidade uterina quanto a parte mais externa do útero. Neste caso, eles podem ser chamados de mioma transmural).

Junto com essa notícia veio a que eu teria que fazer uma cirurgia (o quanto antes) para remoção do mesmo (Cirurgia de mioma – miomectomia: a miomectomia é a retirada cirúrgica do mioma, que pode ser feito por um corte na barriga ou por videolaparoscopia. Apesar de ser uma técnica muito bem feita pelos ginecologistas, 1 a cada 3 mulheres não conseguem engravidar após a miomectomia, e como complicações observamos lesões de bexiga, intestino e ureter e as transfusões sanguíneas não são incomuns), então voltemos a estaca zero e comecemos tudo de novo (mais exames, burocracia com o plano de saúde para autorização do procedimento, paciência para aguardar agenda livre da médica e blá, blá, blá).

É exatamente neste último estágio que me encontro, já fiz todos os exames solicitados (que dessa vez foram vários) e a médica só tem agenda para fazer a cirurgia no dia 28 de maio, até lá não posso fazer nenhum esforço (incluindo, é claro, qualquer atividade física), pois aumenta o sangramento.

Não sinto dores fortes, porém em dias de fluxo intenso, sinto uma leve cólica, como em períodos menstruais e tenho sentido um pouco de fraqueza, creio eu que seja por conta do sangramento, pois já ultrapasso dos 60 dias sangrando sem parar, isso tem feito minha pressão cair vez por outra.

Mas voltemos à matemática, farei a tal cirurgia dia 28/05, sendo bem otimista, digamos que eu precise ficar de repouso apenas por uns sete dias, talvez na segunda semana de junho eu possa voltar aos poucos às minhas atividades físicas (se Deus quiser!!!).

Por conta dessa minha atual situação, minhas redes sociais andam pouco atrativas, fico triste com tudo isso e só reclamo, reclamo, me irrito e reclamo, mas...

Se mesmo assim quiserem saber notícias fresquinhas sobre mim, me acompanhem no snapchat carlaequilibrio, o coitado tem sido usado como divã, mas tem gente que fala que super se diverte com meus rompantes.

E por hoje é só pessoal, orem por mim, emanem pensamento positivo, pois acredito muito nesse poder e sei que no final tudo vai dar certo.











Ana Julia

 

(Repostando...) 

E hoje chorei feito um bebê ouvindo essa música no carro:

 

Anna Julia

Los Hermanos

Composição : Marcelo Camelo
 
Quem te ver passar assim por mim
Não sabe o que é sofrer.
Ter que ver você assim sempre tão linda.
Contemplar o sol do teu olhar, perder você no ar
Na certeza de um amor
me achar um nada,
Pois sem ter teu carinho
eu me sinto sozinho
eu me afogo em solidão...
Oh Anna Juliaaaaa (2x)
Nunca acreditei na ilusão de ter você pra mim.
Me atormenta a previsão do nosso destino.
Eu passando o dia a te esperar,

você sem me notar.
Quando tudo tiver fim, você vai estar com um cara,
Um alguém sem carinho.
Será sempre um espinho
dentro do meu coração.
Oh Anna Juliaaaaa (2x)
Sei que você já não quer o meu amor,
Sei que você já não gosta de mim,
Eu sei que eu não sou quem você sempre sonhou,
Mas vou reconquistar o seu amor todo pra mim.
Oh Anna Juliaaaaa (3x)
Oh Anna Julia, Julia, Julia
ouououou!






Se eu tivesse uma filha, ela se chamaria Ana Julia...


Quando descobri que estava grávida do Nandinho, passei algumas semanas chamando minha barriga de "Ana Julia" achando que seria uma menina...


Vez por outra me pego sonhando com a carinha que ela teria... Cabelos lisos e pretos como os meus, rostinho redondo e quase assim sem olhos, rsrs...


Apesar de eu já estar conformada que nesta vida serei mãe apenas de um filho, sonhar é tão bom né?



Insônia


(Repostando...)

Alguns dias eu fico assim, sem conseguir dormir e mil coisas se passam pela minha cabeça.

A primeira delas é sempre o quanto eu sou feliz e realizada na vida pessoal, encontrei minha alma gêmea, que me deu um filho lindo, saudável que é a minha razão de viver.

E a segunda é ficar buscando na memória, os outros sonhos que a pequena Carlinha tinha, há uns 20... 25 anos atrás.

Com cinco anos, eu queria ser dançarina, fazia ballet numa academiazinha estilo fundo de quintal que tinha no meu bairro, eu era a melhor aluna da classe, a mais esforçada e que aprendia tudo mais facilmente, aos poucos fui deixando esse sonho morrer, por conta da discriminação que sofria por ser gorda.

Com dez anos, comecei a ajudar meus colegas de sala de aula com as matérias que eles tinham dificuldade, depois as mães dos alunos menores do colégio ficaram sabendo que eu gostava de ensinar e "me contrataram" pra dar aulas de reforço escolar, de repente meu sonho tinha mudado e eu queria ser professora.

Com quinze anos, consegui finalmente emagrecer, além do ballet, comecei a fazer aulas de ritmos e comecei a imaginar que eu bem que poderia unir meus sonhos anteriores um um só, ser professora de dança.

É claro que quando minha família descobriu o que eu estava tramando, trataram de me podar imediatamente, alegando que eu morreria de fome se fosse escolher trabalhar nessa área, me aconselharam a parar de perder meu tempo com toda essa baboseira e eu como uma boa filha, sempre muito obediente, simplesmente acatei.

Continuei a dar aulas de reforço escolar e pra complementar meus ganhos e pagar meu segundo grau, comecei a trabalhar de manicure.

Logo que terminei meu segundo grau, fui procurar um emprego de carteira assinada, pra poder pagar um vestibular (sentia uma saudade imensa dos meus alunos).

Consegui meu primeiro emprego numa panificadora, eu era balconista, caixa, limpava o chão, lavava os banheiros, não fazia cara feia pra serviço nenhum, porém, chegava em casa tão exausta, que não conseguia mais sonhar.

Com mais ou menos oito meses de carteira assinada, sem muitas expectativas de crescimento na empresa, pedi pra sair, logo em seguida consegui outro emprego de caixa num açougue quase vizinho ao emprego anterior, o salário era o mesmo e o horário era mais flexível, neste eu consegui estudar em casa, me inscrevi no vestibular, passei pra o curso de Bacharel em Física (é loucura, eu sei, mas adoro essa matéria).

Acho que foi a partir daí que comecei a perder totalmente meu foco...

Já iniciada minha "carreira profissional", era ainda isso que eu queria? Ser professora de física? Não, então, abandonei a faculdade...

E a dança? E a pouca grana que eu receberia se seguisse com esses planos? E as oportunidades de empregos com salários melhores, deixaria passar?

Não deixei... Aceitei o emprego de recepcionista numa construtora, que logo depois passei a ser secretária (nesse meio tempo comecei a fazer faculdade de administração, aos trancos e barrancos) e agora sou administradora.

Se eu parei de sonhar? Não!

Algumas madrugadas sem sono, como esta, continuo me vendo numa sala de baby class, ensinando ballet pra pequenas princesinhas, que me matam de orgulho fazendo tudo direitinho e me dando mais entusiasmo dia após dia.

Ou as vezes, me vejo numa sala de aula de pré escolar, com umas trinta crianças, fazendo dinâmicas para distrair os pequeninos no primeiro dia de aula.




Sonhar é uma coisa maravilhosa, mas as vezes, pode ser muito doloroso...
(às 00h45 do dia 20/06/2012)

.















15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz


Obs.: Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
(Caramba, como eu era teimosa!!! Não que eu não seja mais, mas já melhorei horrores!!!)
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 

2. Desista da sua necessidade de controle
(Delegar é a vida!!! A gente adquire mais tempo livre, além de descobrir qualidades nas pessoas que jamais imaginaríamos.)
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros
(Essa é complicada, mas não é impossível, sei que muitos dos problemas que tenho, são provenientes da minha situação delicada com meu pai, mas isso não significa que seja culpa dele, minha felicidade depende somente de mim, isso é fato!)
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
(Lutar com os "diabinhos" internos não é fácil, sugiro tentar focar os pensamentos em outra coisa logo que os maus pensamentos vierem a tona, ouça uma música que gosta, ligue pra alguém que ama pra falar besteiras, veja fotos antigas de épocas que sente saudades, tudo isso funciona)
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras 
(Eu acreditava piamente que meu corpo, não tinha o "formato" ideal para o ciclismo, pernas curtas e tronco alongado atrapalhou minha vida até na hora de adquirir uma bike adequada, mas isso foi motivo pra eu desistir do ciclismo??? Não!!!)
Seja sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar
(Tem coisa pior do que pessoas que só sabem abrir a boca pra reclamar??? Tem gente que eu tenho é medo de chegar cumprimentando com a pergunta: "Como estão as coisas?"- Reclamar não resolve nada mãe, espero que você leia isto )
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar
(Se olhar no espelho antes de sair criticando o povo, minha fia num quer não né?)
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
(Pra que isso??? A única pessoa que você deve impressionar é a si mesmo!!!)
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança
(Essa foi trash, eu diria que foi a coisa mais complicada a se abrir mão, gosto muito de rotina, ter tudo planejadinho e qualquer móvel fora do lugar já me desequilibrava, 2013 minha vida mudou totalmente e eu só colhi frutos de todas essas mudanças)
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos
(Quem me conhece sabe, eu vivo de dar chances as pessoas que me fazem mal, pessoas rotuladas, as vezes me ferro, mas as vezes me dou bem, lembre-se, nem tudo é o que parece ser).
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos
(Outra que não é nada fácil, mas com calma dá pra conseguir, ainda tenho muito medo a ser vencido, mas prometo em 2014 expurgá-los)
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas
(Pense numa coisinha que eu tenho raiva é de desculpa esfarrapada! Quando a gente quer consegue e pronto, tem essa não!)
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado
(Mas no passado mesmo! Não deixe nada que lhe magoe vir à tona novamente, isso faz muito mal e prova que o que parecia ter sido perdoado, na verdade só estava adormecido)
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego
(E não somente do apego material, desapegar do passado, de mágoas, também é renovador)
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
(Coisa mais feia heim? Vivo a muito tempo com o seguinte ditado: Tô nem aí cagando e andando pra o que pensam de mim, faço o que quero, o que gosto e opiniões principalmente maldosas de outras pessoas não influem em nada na minha vida, já deixei de fazer muita coisa que gosto pra tentar agradar os outros, hoje eu agrado primeiramente a mim!)
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Tenderam né??? Que tal fazer um 2014 diferente??? Melhor!!! Só depende de você!!!



Retrospectiva 2015


Olhando todas essas fotos, só tenho a dizer que sem dúvida 2015 foi um ano incrível e não poderia ser diferente não é? 


Afinal, comecei o ano pedalando...




Fiz vários trabalhos legais para o blog.




Ajudei também na loja do maridex.




Palestrei


Pedalei



Machuquei, cuidei, recuperei



Experimentei outros esportes



Pedalei mais um pouquinho



Competi



Tietei famosos



Experimentei a fama




Mudei o cabelo





Participei de mais uma semana Costume Saudável





Mudei de academia



Pedalei nas alturas




Fui para o Fortal





Curti alguns dias de férias no meio do ano com a família.



Jaquei



Desapeguei e reencontrei as amigas





Fiz teste metabólico para turbinar os treinos





Entrei para uma assessoria de ciclismo




Me risquei





Fiquei mais velha




 Minha melhor amiga voltou pra perto de mim




Aproveitei meu Natal e Ano Novo da maneira que mais amo, ao lado de pessoas especiais.



Enfim, fui quase sempre, feliz para sempre.

Não me incomodarei nada, nada se 2016 for tal e qual 2015.

Uma luz no fim do túnel



Cada dia mais difícil conseguir seguir a vida normalmente com tanta tragédia acontecendo no mundo, invejo aqueles que tem maturidade pra lhe dar com toda essa situação apenas lamentando e seguindo sua rotina normalmente.

Muitos consideram drama, outros compreendem e até se identificam com minha situação, mas a verdade é que simplesmente não consigo aceitar tudo isso sem perder a fé na humanidade.

Tento fugir não assistindo noticiários de TV, não lendo notícias na internet e nem vendo as mensagens nas redes sociais ou mensagens nos grupos de whatsapp, mas aqui e acolá acaba escapando algo e torna-se impossível não tomar conhecimento da triste realidade.

Todas as doenças que eu tinha adquirido por conta do estresse das quais já me considerava curada, voltam à tona, uma queimação insuportável por conta da gastrite, enxaquecas que perduram por mais de 24h e aquela boa e velha indisposição pra tudo, uma vontade imensa de passar o dia todo no quarto trancada sem ver nem ouvir ninguém, como se nada mais fizesse sentido.

Na busca pela luz no fim do túnel, tento me concentrar no que Deus me deu de tão maravilhoso, tenho um filho lindo e saudável que me ama, depende de mim e sofre quando a escuridão tenta me apagar (Nandinho é uma das pessoas mais sensitivas que já conheci), tenho também um marido incrível, que mesmo depois de um dia duro de trabalho, busca disposição e criatividade pra fazer mil e uma palhaçadas, pra me arrancar um sorriso e por tudo isso sou muito grata.

Esse post são para os que também pensam que não conseguirão passar por todo isso sem sequelas.

Agarrem-se ao que vocês tem de melhor, busquem equilíbrio nos tesouros mais valiosos que Deus lhes presenteou, que assim fica bem menos difícil se reerguer.

Comigo funciona...





A culpa de mães que trabalham fora





Algumas semanas atras, passei por uma situaçãozinha chata, que me comoveu bastante e foi tudo registrado no snapchat.

Recebi tantos comentários fofos vindo de todos os lugares, que achei importante abordar esse assunto num post, já que no snap tudo se apaga.

Tive que trazer Nandinho para o escritório, por não ter ninguém em casa para ficar com ele neste dia em específico e me surpreendi com a felicidade dele, por passar a manhã num escritório aparentemente super chato e sem atrativos pra uma criança.

A frase- "Hoje foi o melhor dia da minha vida"- dita por ele, apunhalou meu peito e fez do meu coração picadinhos, me enchendo de culpa por trabalhar tanto e ficar tão pouco com meu filho.

Me vi passando pelo mesmo conflito da época que acabou a minha licença maternidade, o desespero de ter que "abandonar" meu filho que ainda mamava, o deixando nas mão de uma estranha...

Acho que toda mãe que trabalha fora já passou ou vai passar por esse tipo de situação e é pra essas mamães guerreiras que eu escrevo hoje para repassar todos os conselhos que recebi neste dia que gravei esses vídeos.

Se o pouco tempo que passamos com eles for realmente de qualidade, a quantidade não será tão importante.

Assim que a maturidade chegar, eles vão compreender e te amar ainda mais, por ter sacrificado o tempo tão precioso em prol de um futuro melhor.

Nossos pimpolhos se tornam mais independentes com nossa ausência, lembro-me como se fosse hoje, na época que eu estava na faculdade, aproveitava meus finais de semana para dormir um pouco mais e Nandinho com menos de três anos, acordava cedo sozinho, ia na geladeira, pegava seu achocolatado, ligava a TV e ficava quietinho me esperando acordar.

Não vou ser hipócrita aqui e falar que mesmo se não houvesse necessidade eu teria continuado, pois estarei mentindo, se eu realmente não precisasse trabalhar, eu teria sido mãe em tempo integral sem ao menos titubear e com certeza estaria mais feliz hoje, passando mais tempo com meu filho e podendo me dedicar mais a minha família.

Mas num mundo real escolhas maduras precisam ser feitas, tenho fé que um dia meu filho vai me agradecer por toda hora extra que já fiz e vai me perdoar pelas reuniões, festinhas e apresentações escolares perdidas.

Pois afinal- "Os fins, justificam os meios" (Nicolau Maquiavel).







Carlinha sendo Carlinha



Para quem adora ver nos blogs muito glamour, uma super produção, peças lindas e caríssimas de grifes inalcançáveis, deixo meu pedido de desculpas.

TShirt- Coca-Cola/ Calça- C&A/ Birken- Acervo




Sim, tem dias que amo dar uma boa peruada, faço aquela bela maquiagem e capricho no visu com bastante acessório da moda e roupas lindinhas.


Mas confesso que na maioria de meus dias estou assim... De cara lavada, com um coque seguro por uma caneta nos cabelos e aquele look que nem demonstra ser tão belo, mas que mora no meu coração por tamanho conforto que ele me proporciona.





E aqui vai um recadinho para as pessoas que adoram me dizer:


"Você é uma blogueira, não deveria andar vestida assim."

"E se você encontrar uma leitora na rua, o que será que ela vai pensar quando ver sua cara sem uma gota de maquiagem?"

"Se lhe virem assim na rua, nenhuma loja vai querer fazer parceria contigo."


Só quero ao meu redor pessoas que me aceitam como sou, independente de como eu esteja vestida, que não me julguem de fútil quando eu quiser andar bem arrumada ou de rebelde quando eu não tiver saco de me produzir.




Rótulos




Vamos bater um papinho? 


"Rótulos"- via Capture YouTube



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Tic, tac, tic, tac...



Após uma consulta com minha nova ginecologista (que diga-se de passagem é ÓTIMA!), fiquei toda pensativa por conta do nosso papo.

Cheguei lá em busca de novos métodos contraceptivos, tentando fugir dos anticoncepcionais orais diários, que já venho tomando a muito tempo e fui surpreendida pelo assunto sobre o tempo.

Assunto este que até então nunca tinha me incomodado, chegando até a me deixar orgulhosa quando perguntavam minha idade e eu respondia cheia de orgulho já ter passado dos trinta.

No final de nossa conversa, após ela me apresentar todas as opções contraceptivas menos maléficas ao meu corpo, veio aquela pergunta fatídica...

"Mas já não está na hora de você pensar no segundo filho e deixar de lado essa história de se prevenir de uma gravidez?"

Pausa dramática... 

Com um pouquinho (pouquinho nada, me derramei em lágrimas) de choro.

Expliquei pra ela toda minha situação, que o coração me manda a toda hora ter mais um filho, mas a razão me apunhala sem dó nem piedade me mostrando por A+B que não é um momento propício.

Foi quando ela começou a me falar sobre o tempo...

Tempo este que não me pertence mais, que me fez ver o mundo de forma diferente e me deixou menos esnobe por já ter trinta e quatro anos e mais disposição que uma mulher de dezoito.

Costumava brincar, dizendo: "Tenho trinta e quatro anos, mas não me troco por duas de dezessete".

Retiro tudo que disse.

Uma mulher de dezessete anos pode se programar e começar a pensar a época em que quer engravidar.

Uma mulher de dezessete anos pode não querer pensar neste assunto agora, por ter muitos anos pela frente pra decidir, já que este não é o momento.

Uma mulher de dezessete anos pode sonhar...

A frase: "Sua decisão, tem que ser tomada agora, já que se for esperar, pode ocorrer riscos nos quais não temos como evitar."- Foi aquele banho de água fria, que eu não estava preparada pra aceitar.

Eu sei que várias e várias pessoas tiveram seu segundo ou terceiro filho muito mais "velhas" que eu e que tudo foi tudo bem e blá, blá, blá, mas me conhecendo do jeito que conheço, não vou querer arriscar.

Então é com este post regado à mais lágrimas, contrariando tudo que eu planejava, venho informar que serei oficialmente mãe de um filho só.

Pois o meu tempo se esgotou...







Vitórias e derrotas de 2014 e promessas para 2015





Desejos não concretizados de 2014
01- Pesar 55kg;
02- Competições;
03- Ter mais um filho;
04- Fazer outra tatoo;
05- Comprar um ar condicionado.

Porém, consegui
01- Manter uma vida saudável;
02- Fazer novas amizades;
03- Controlar um pouco mais minhas ansiedades;
04- Reconhecimento maior para o blog;
05- Comprar minha máquina de lavar roupa.

Pretendo em 2015
01- Pesar 55kg (sim, virou ideia fixa, me deixem tá?);
02- Fazer mais duas tatoos (já tenho os desenhos);
03- Ir à Fernando de Noronha (desejo mais do que qualquer viagem internacional);
04- Voltar a competir (estou precisando de patrocínios heim?)
05- Fazer um curso de inglês.


Obs.: Neste post quis relatar somente fatos mais individuais, tenho vários outro desejos para o ano que vem que envolvem outras pessoas (família), mas não achei interessante citar aqui para não me estender demais.




Prometo me esforçar mais ainda em 2015, pois reconheço que 2014 foi um ano mais pra relaxar e curtir os frutos, torçam por mim e obrigada por serem leitores tão importantes e presentes em minha vida, sem vocês muita coisa não seria possível.



Mãe tira férias?



Hoje eu preciso falar sobre um assunto importante, geralmente evitado pelas mães, por conta da culpa!

Há alguns anos atrás, eu não me imaginava um dia sequer longe do meu filho e confesso que olhava torto para aquelas mães que viajavam e passavam mais de duas semanas sem suas crias por perto.

Por conta de eventos do blog, me vi neste dilema, em ter que viajar (por poucos dias, tudo bem), mas admito que o frio na barriga junto com o enorme peso na consciência de ficar longe do Nandinho me assombrou por um longo período.

Depois de conversar com o marido e resolver minha ausência no trabalho, estando tudo ok para minha viagem, coube somente a mim decidir, e essa foi a parte mais difícil.

Tenho a sorte de ter um filho super independente, que compreende meu trabalho com o blog, mas porém, me cobra horrores por minha presença, que já costuma ser bastante reduzida, por eu trabalhar o dia todo na construtora, ter meus compromissos (treino de bike, academia, salão de beleza) e aproveitar meu "tempo livre" pra resolver as coisas do blog.

Mas enfim, a primeira viagem sozinha rolou, foi sofrida, mas com meu retorno, consegui enxergar esta situação com outros olhos.

Cheguei cheia de novidades pra contar, fotos pra mostrar, experiências pra dividir e uma leveza que há muito tempo não conseguia sentir devido a correria que minha vida se tornou.

Sair totalmente da rotina, ficar um pouco sozinha, não é nenhum bicho de sete cabeças e nos torna sim, mães melhores.

Então mamães, que assim como eu, se sentiam culpadas em pelo menos desejar um ou dois dias de "folga", não se cobrem tanto, pois além de mães e esposas, somos humanas, mulheres e precisamos de um tempo só nosso.

Faz bem, renova, transforma e resolve, acreditem!




Mudar é mesmo preciso?




Alguns acontecimentos recentes me fizeram parar pra pensar sobre mudanças, fico me questionando, será que elas são mesmo necessárias? Quando se está satisfeita com tudo, feliz com a vida como está, seria comodismo não batalhar por mudança mesmo que seja pra melhor?

Admito ser uma pessoa muito resistente neste aspecto, gosto de ter uma rotina e fico meio paranoica quando tenho que mudá-la por algum motivo, como todos sabem, passei por uma reviravolta radical(pelo menos pra mim) na virada de 2013 pra 2014, sofri um bocadinho pra me readaptar, mas reconheço que estou bem melhor agora.

Mas e hoje? Avaliando meu cotidiano atual, seria muito comodismo meu não pretender “melhorar” em nada? Será que me tornei uma pessoa acomodada e egoísta por não querer sair da minha zona de conforto?

Essa é uma das minhas metas pra 2014, quero cada vez mais abraçar os desafios sem tê-los como empecilhos, pois sempre que me permito sair desta zona de conforto, tenho obtido resultados satisfatórios, o lance agora é focar no que vale a pena mudar.

Então resolvi me dedicar um pouco mais no que já está dando certo (vida saudável, ciclismo) e avaliar se vem ao caso mudar algo na minha vida profissional, sinto muita necessidade de passar mais tempo com meu filho, minha família, me sinto cada vez mais distante de todos e isso me incomoda imensamente.

Consegui finalmente abrir uma janelinha no meu plano de saúde pra ter acesso a consultas com psicólogo, acho que isso vai me ajudar muito, já que não converso muito sobre meus problemas com ninguém, com medo de ser inconveniente.


Pois bem, veremos o que vai rolar né? O importante é ser feliz e estou sempre em busca disso.

Modismo Fitness


Hoje vou falar sobre um assunto um pouquinho polêmico (que com certeza vão me jogar na cruz), mas que tenho sentido necessidade de abordar aqui no blog, é sobre o modismo fitness.

Quase todo mês vejo lançarem uma modalidade nova, que promete milagres e de repente todo mundo vira adepto (ou pelo menos tenta).

O fato é: Será que vieram pra ficar?

Aqui em Fortaleza, o sup yoga deu um "bum" no meio do ano passado, todo santo dia eu via no instagram de alguém fotos como essa abaixo, mas agora mesmo no começo de 2014, deu uma boa esfriada.


Outro que ouvi muitos falando ano passado, foi esse tal de TRX (O sistema de treinamento em suspensão, conhecido como TRX, foi idealizado pela marinha dos Estados Unidos, para que os marinheiros aprimorassem o condicionamento físico e estivessem preparados para qualquer ocasião. A prática do TRX em academias de musculação, bem como em outros centros de treinamento, consiste em um aparelho único, que fixado à parede permite que você desenvolva uma série de exercícios utilizando apenas o peso do próprio corpo.)



O Ballet Fitness  tornou-se de repente queridinho nacional, depois que a musa fitness Gabriela Pugliesi andou postando umas fotos no instagram (que diga-se de passagem, perceberam que ela nunca mais falou sobre o assunto?).


Ahhhh ainda tem também esse Kangoo Jumps, que vira e mexe ainda vejo algumas academias fazendo chamadas para as aulas.


Bom, mas o que eu quis mostrar com tudo isso, foi que esse tipo de modismo, vai e vem de uma maneira muito rápida e acho prudente avaliar o que queremos pra nossa vida saudável. É algo passageiro? Você quer cuidar do corpo apenas em datas específicas do ano (como para o verão por exemplo), ou você quer ter como rotina de vida uma modalidade física (ou esportista)?



Body Combat 

 Eu sei a minha resposta! Eu quero algo contínuo, que não "saia de moda", que me dê resultados e que permita ser aperfeiçoado conforme o tempo.

Não quero ter uma outra decepção como foi com o Body Combat (foto acima) no qual eu estava totalmente engajada, amava fazer e de repente todos enjoaram, não foi dado continuidade e hoje em dia pouquíssimas academias ainda sustentam.

Eu tenho um problema psicológico, não sei se pode ser considerado um tipo de TOC, mas eu necessito dar continuidade a tudo que eu me meto a fazer em minha vida, TUDO! Em alguns aspectos esse probleminha é super prejudicial, mas no quesito "cuidar do corpo" isso acabou sendo uma vantagem, pois não me deixa tornar-me uma pessoa sedentária, me imagino puxando ferro na academia e fazendo altas trilhas de bike com meu cabelinho branco e cheia de rugas.



O treinamento funcional, por exemplo, acho que é uma modalidade que veio pra ficar, inclusive intercalo com meus treinos de musculação, alguns exercícios funcionais, pois acho muito válido.



 Pilates também é outro que me surpreendeu, logo que ouvi falar, achei de cara que seria algum modismo, mas agora tenho certeza, ele veio pra ficar.



E a Musculação, não preciso nem falar né gente? Na minha humilde opinião, acho que todo mundo deveria fazer musculação, sedentários, atletas, jovens, adultos, idosos, todos!

Os resultados são imediatos, emagrece, fortifica, enfim, meu conselho de amiga: Mesmo que você odeie musculação, se obrigue a fazer, prometo que você aprende a gostar por conta dos resultados rápidos!


 E aproveitando que estamos falando em modismos e vida saudável, eu penso o mesmo sobre "dietas", tente adaptar ao seu cotidiano, uma alimentação saudável na medida do possível e fuja de dietas restritivas que surgem todos os dias, invetadas por algum cientista maluco de sei lá de onde, pois elas podem funcionar... Mas a curto prazo e as vezes, os benefícios são bem inferiores aos malefícios que elas causarão.